Psicologia Clínica
Cuidar da sua saúde mental começa aqui
Um espaço de escuta, compreensão e apoio psicológico, focado no seu bem-estar e desenvolvimento emocional.
- O meu percurso
Psicólogo Clínico e da Saúde, membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses.
Há quem chegue à psicologia por vocação. Eu cheguei por transformação — depois de uma carreira em tecnologias de informação que, apesar de bem-sucedida, não era o caminho certo.
Essa experiência moldou a forma como trabalho: com crença genuína de que mudança é possível, com abordagem integrativa fundamentada em múltiplos modelos terapêuticos, e com presença real em cada consulta — não apenas competência técnica
Dê o primeiro passo para o seu bem-estar emocional com um atendimento acolhedor, ético e profissional.
Escolha a forma que for melhor para si:
Ainda existem outras questões importantes que podem ajudar a esclarecer melhor o processo terapêutico?
Procurar acompanhamento psicológico faz sentido sempre que a pessoa sente que algo na sua vida não está a funcionar como gostaria — mesmo que não consiga nomear exatamente o quê. Não é preciso ter um diagnóstico ou estar em crise para beneficiar de terapia. Saúde mental não é ausência de doença, mas estado de bem-estar — e isso significa que o desconforto sentido é razão suficiente.
Este desconforto pode manifestar-se como ansiedade que não passa, tristeza persistente, dificuldade em tomar decisões, ou a sensação de estar-se preso numa rotina que esgota. Também surge em momentos de transição — mudanças de carreira, términos de relação, luto, ou adaptação a novos papéis — situações normais da vida que ainda assim pedem espaço para serem processadas.
O trabalho em terapia aborda tanto perturbações como depressão, ansiedade ou trauma, como desafios do quotidiano que afetam o bem-estar. O critério não é a gravidade do problema, mas o impacto que tem na vida da pessoa. Se sente que merecia atenção, provavelmente merece.
A primeira sessão é o início do processo terapêutico. O foco está em perceber o contexto da pessoa, as dificuldades que traz, e os objetivos que pretende trabalhar. É também o momento para ter uma primeira impressão do terapeuta e perceber se existe empatia — a relação terapêutica constrói-se ao longo do tempo, mas essa primeira perceção importa.
Nesta sessão é explicado como funciona o processo. O que é realmente um processo terapêutico, o enquadramento da confidencialidade, o que pode esperar das sessões. A terapia tem por base ciência e metodologia clara, mas aplica-se sempre de forma adaptada a cada pessoa. Não há protocolo rígido — o que importa trabalhar emerge no próprio processo, e a abordagem pode ser diferente de pessoa para pessoa.
A primeira sessão é exploratória, mas também já é ativadora. O processo de mudança começa aqui — não como avaliação ou julgamento, mas como o início de um trabalho conjunto onde se delineiam os objetivos a trabalhar.
É completamente normal — e extremamente comum. A primeira sessão envolve partilhar aspetos vulneráveis da vida com alguém que ainda não se conhece, num contexto que pode ser desconhecido. Este nervosismo não é sinal de que algo está errado, é simplesmente a resposta natural do corpo e da mente a uma situação nova que pede abertura.
Não há forma certa ou errada de começar. Não é esperado que a pessoa chegue com um discurso organizado ou que saiba exatamente o que dizer. Silêncios, hesitações, procurar palavras — tudo isso faz parte.
Este nervosismo inicial tende a diminuir nas sessões seguintes. À medida que a relação terapêutica se constrói, torna-se progressivamente mais fácil falar.
O plano terapêutico constrói-se ao longo do processo, não numa única sessão. Os objetivos são sempre da pessoa — não do terapeuta.
O plano é dinâmico — vai-se ajustando ao longo do tempo conforme o processo evolui.
A abordagem é específica, colaborativa e flexível.
Não existe uma resposta universal. A duração depende da problemática, objetivos e contexto.
Cada caso é diferente.
A decisão sobre quanto tempo continuar é sempre da pessoa.


